
Quem te merece não te faz chorar...
E se for chorar que seja de felicidade ;não se preocupe tanto assim com o que dizem de você, o único que te conhece como nimguém é você mesmo ! Dê valor a quem te ama,guarde as cartas de amor,jogue fora as ofensas ;viva cada dia como se fosse o último ,não tente entender o mundo nem as pessoas,é perda de tempo.Apenas viva e sorria.Permita que a felicidade entre na sua vida,e não deixe que ela vá embora!
REFLEXÃO:
Em Nova Iorque, existe uma escola que se dedica ao ensino de crianças deficientes. . Em um jantar beneficente, o pai de uma criança fez um discurso de que nunca seria esquecido pelos que estavam presentes. Depois de elogiar a escola e o pessoal, clamou ele, "Onde está a perfeição em meu filho Alexandre?
Tudo o que Deus faz é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus? A audiência estava chocada pela pergunta, sofrida pela angústia do pai e paralisada pela pergunta crucial. "Eu acredito," o pai respondeu, que “quando Deus traz uma criança assim no mundo, a perfeição que ele busca está no modo como as pessoas reagem a esta criança".
Ele contou então a seguinte história sobre o seu filho Alexandre.
Uma tarde Alê e o seu pai caminhavam por um parque onde alguns meninos que Alê conhecia estavam jogando beisebol. Alê perguntou, você acha que eles me deixarão jogar"?
O pai sabia que o filho dele não era muito atlético e que a maioria dos meninos não o queria no time deles. Mas o pai entendeu que se o seu filho fosse escolhido a jogar isto lhe daria uma confortável sensação de participação.
O pai de Alê aproximou-se de um dos meninos no campo e perguntou se ele poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor procurando por aprovação dos seus companheiros de time. Não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade em suas próprias mãos e disse "Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava rodada. Eu acho que ele pode estar em nosso time e nós tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada ".
O pai ficou exaltado quando Alexandre abriu um grande sorriso. Pediram a ele para vestir uma luva e ir ao campo para jogar. No final da oitava rodada, o time de Alê marcou alguns pontos mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, ALê foi escalado para continuar.
O time deixaria Alexandre de fato bater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a ele. Todo o mundo sabia que era quase impossível porque Alê nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém quando tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola suavemente de maneira que Alexandre pudesse ao menos rebater.
Todo o mundo começou a gritar, "Alê, corra para a primeira. Corra para a primeira ". Nunca na vida dele ele tinha corrido para a primeira base. Ele saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustados. Depois todo o mundo gritou, "Corra para a segunda, corra para a segunda". ..e assim ele fez depois correu para a base principal, fazendo uma ótima pontuação e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói,. "Aquele dia," disse o pai docemente com lágrimas caindo sobre sua face, "Esses 18 meninos alcançaram o nível da perfeição de Deus".
Engraçado como isto é tão verdadeiro e envergonha a todos nós!
O preconceito para com os alunos com deficiência e a resistência em educá-los é atual e internacional.
Não há inclusão se não houver transformação e não há inclusão plena se a transformação não for contínua, consciente e concreta.
A inclusão não é uma mera teoria da moda, mas uma atitude de vida; uma expressão de sociedade e cidadania; uma compreensão de que todos os seres humanos são humanos e como tais devem ser tratados e respeitados; enfim, é um caminho para o sempre, para o infinito, para o eterno transformar do aqui e agora. Ame todos por igual.
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